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Cresce o número de propriedades orgânicas certificadas no Paraná

 

De acordo com o Ministério da Agricultura, em fevereiro de 2019 havia 2.561 produtores certificados no Paraná.

 

O Paraná se apresenta como referência na produção de orgânicos em nível nacional, principalmente, pela preocupação que há em torno da profissionalização da atividade. De acordo com o Ministério da Agricultura, em fevereiro de 2019 havia 2.561 produtores certificados no Estado.

Chás, condimentos, fármacos naturais e alimentos orgânicos são destaques no Estado, porém a produção de hortaliças orgânicas sobressai no Paraná. De acordo com dados do DERAL, o Departamento de Economia Rural da SEAB, a Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento, no primeiro semestre de 2019há o registro de 1.580 agricultores produzindo 36 mil toneladas de hortaliças no Estado. O Paraná também se destaca na criação de empresas especializadas no processamento, embalo e comercialização destes produtos.

Na região Oeste do Paraná os números também impressionam. Aumenta a cada ano o interesse dos produtores rurais pela produção de alimentos orgânicos. E esses produtores contam com entidades que apoiam e incentivam o setor, como o TECPAR, Instituto de Tecnologia do Paraná, por meios do projeto “Paraná mais Orgânico” que atende 12 famílias na região.

A Rede Ecovida atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e possui um núcleo na região Oeste, formado por 20 grupos de agricultores com 167 famílias cadastradas em 17 municípios. Dessas, 50 famílias já estão certificadas. Já a Ecocert atua em parceria com a Gebana Brasil na comercialização de grãos orgânicos produzidos na região Oeste do Estado.

A Itaipu Binacional também contribui para o desenvolvimento do setor na região por meio das atividades de Assistência Técnica e Extensão Rural, com enfoque em Agricultura Sustentável e Orgânica, oferecida pelo Programa Desenvolvimento Rural Sustentável da Itaipu Binacional.

O programa atua no fortalecimento do processo de certificação e comercialização de produtos orgânicos e da agricultura familiar, através do associativismo e do cooperativismo. Além disso, promove a divulgação dos benefícios da produção orgânica à população buscando a criação de vínculos sociais, ambientais e comerciais diretos, do meio rural com o urbano.

 

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Fonte: Primeira Página com informações do site Jornal do Oeste.

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